sábado, 12 de julho de 2014

POEMAS DA MINHA AUTORIA

GERAÇÃO


Pedi ao tempo para passar
Tinha pressa pois então
Para te poder abraçar
Bem juntinho ao coração

Há faíscas de luz no ar
Com mil ondas de emoção
Talvez um anjo a lançar
Música ao coração

Aguarelas de mil cores
Pinceladas de ternura
E tantos rabiscos de amor
Envolvidos de doçura!

E canto a minha canção
A que me sai do coração.

Fredy 2014 






Geração dois


Outra estrela cadente
Brilha novamente no céu
Iluminando toda a gente
E me dá o que é meu

O sonho que nós trazemos
Cheio de amor, paz e luz
Envolve laços de ternura
E com o seu encanto seduz

E não podemos esquecer
Se mais nada tem valor
Ver uma família a crescer
Em barrigas de amor!

E de geração em geração
Saltamos com emoção.

Fredy   2014


segunda-feira, 7 de julho de 2014

POEMA MEU...

MAE-VIDA



Adoro todo o tipo de flores
Seja em vasos ou nos campos
Cada uma na sua época
Cada uma com seus encantos

Trazem aromas variados
Trazem a paz ao pensamento
Como as lembranças tão belas
Que nos preenche o sentimento

Quando observamos a brisa
Que suavemente beija a flor
Sentimo-nos lentamente
Envolvidos no seu odor

Onde por vezes desejamos
Ser a mãe-vida que nós achamos
E nos abraça com o seu amor
Oferecendo-no-lo com calor

FREDY 2014






sexta-feira, 4 de julho de 2014

POEMA MEU

O jogo da vida
  

Como gotas de lembrança

Que se evaporam no mar

São os riachos de esperança

Que me impedem de recuar 

No jogo da vida eu vivi
E foi assim que eu aprendi

Nas brincadeiras da vida

Eu joguei e não pensei

Que no brilho das estrelas

Encontrasse um sinal teu

No jogo da vida eu brinquei

Mas sempre nele avancei

São as lembranças pavorosas

Que atormentam o meu sonhar

Como recordações dolorosas

Que me impedem de amar

Na juventude procurei
Laços de amor encontrei
E com eles eu brinquei
Mas depois descobri
Que o amor brotou de mim


FREDY 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

poema meu

Nas asas do sonho

Nas asas de um sonho me deixei embalar
Para não esquecer o verbo amar

Pois sem ele nada vive
Sem ele nada floresce…
Nem a noite se vai
Nem o dia aparece…

E foi assim… que viajei até ti
Nessas estradas sem rumo
O amor brotou em mim…
Para aliviar o meu futuro
Ou deixa-lo só p’ro fim?

Nas asas do desejo tentei perceber
Que ao viver deixei viver

Naveguei na profundeza do ar
Igual a uma estrela cadente
E com a alegria no olhar
Fui beijar o sol poente…

Ao sonhar fiz-me amada
Mas nunca me esqueci
Cortei os caminhos vazios
E num sonho adormeci

FREDY 2014



quinta-feira, 19 de junho de 2014

POEMA MEU

Lisboa-na-mente

 Serei eu que espero em vão?
Pelas esperanças distantes?
Como tantos outros esperam
 Lisboa nos tempos marcantes

Nas paisagens de vento e areia
Deixei o pensamento divagar
Só para alimentar esta espera
De ver Lisboa no seu despertar

Vi Lisboa tao alegre
Das festas e romarias
Mas também sinto saudade
Das ruelas quase vazias

Vi Lisboa em felicidade
Vi Lisboa adormecer
Vi Lisboa ao sol poente
E senti-a enlouquecer

Na sua noite escura caminhei
Em estradas que o sonho espreita
E lentamente por mim dei
Nas loucuras que ele enfeita

Mas é assim…Que me vejo…
Baloiçando levemente…
Com as ondas do Tejo…

Em ondas perfumadas
Com gotas adocicadas
A esperança girou…
E o sonho acabou…

O rio avançou…
O vento soprou…
E lisboa acordou!


fredy

quarta-feira, 4 de junho de 2014

POEMAS MEUS...

Sonho

Faço um castelo na areia molhada
E vou construindo um poema devagar...
Nas torres de nevoa e pontes levadiças
De indecisão amedrontada
Sei que palavra a palavra formo um verso…

Vejo a areia escoar-se lentamente
Na ampulheta dos séculos
E permaneço inerte e indecisa
Sem saber como acabar o poema…

Um exercito de ondas chega repentinamente
Rompendo as  linhas do horizonte longínquo,
Derrubando os muros do amanhã...

Então...
Pedindo-te ajuda deito-me na cama,
 feita de areia
                          puxo o teu corpo
e dispo-o de palavras até te ver…

Ficamos assim…
 pois é tudo o que precisamos dizer
Suavemente chamamos
o amor para acabar o poema…

Fredy 2011




                           
                                  Sonho dois


Mas nesses muros invisíveis
Feitos de frases inacabadas e soltas,
Onde as palavras se vão amontoando,
Lentamente e letra a letra
Pressinto o sopro do novo amor ausente,
Vagueando sobre as torrentes do tempo…

Grito por ele e quero aprisiona-lo
Nesta fortaleza intocável...
 onde só o sonho é permitido
Mas a neblina que sempre o rondou
 apropria-se do encantamento
que o sustenta...
E engana-o...

                         
                      Sufocando-o e desfazendo-o
Ficando apenas uma réstia de luz                  
Na areia molhada…

São nesses sentimentos firmes,
Leves e sombrios
Onde descobrimos
a firmeza que os sustenta…


FREDY 2011



domingo, 1 de junho de 2014

POIS.........

De Júlio Machado Vaz
Oração das Mulheres Resolvidas




Que o mar vire cerveja e os homens aperitivo, que a fonte nunca seque, e que
a nossa sogra nunca se chame Esperança, porque Esperança é a última que
morre...
Que os nossos homens nunca morram viúvos, e que os nossos filhos tenham pais
ricos e mães gostosas!
Que Deus abençoe os homens bonitos,
e os feios se tiver tempo...

Deus...
Eu vos peço sabedoria para entender um homem, amor para perdoá-lo e
paciência pelos seus actos, porque Deus, se eu pedir força, eu bato-lhe até
matá-lo.

Um brinde...
Aos que temos,
aos que tivemos e aos que teremos.

Um brinde também aos namorados que nos conquistaram, aos trouxas que nos
perderam, e aos sortudos que ainda vão conhecer-nos!

Que sempre sobre,
que nunca nos falte,
e que a gente dê conta de todos!
Amén.



P.S.: Os homens são como um bom vinho: todos começam como uvas e é dever da
mulher pisá-los e mantê-los no escuro até que amadureçam e se tornem uma boa
companhia para o jantar.