terça-feira, 29 de julho de 2014

POEMA MEU


 

As mãos


As mãos têm sentimentos

Será essa uma verdade?

Acariciam-nos com paixão

E envelhecem de saudade?

 

As mãos trabalhadoras

São calejadas com certeza

Fazem-no por necessidade

Ignorando a sua tristeza

 

Existem mãos guerreiras

Que constroem e que dão

Como as mãos da justiça

Mesmo que só digam não   

 

Nas mãos apaziguadoras

Há sempre a mão de Deus

Que nos ajuda a escolher

A avançar e a sonhar

Com a vida que nos deu

Sem parar de nos amar

 

Existem as mãos massagistas

E também as mãos escritoras

Mãos de manteiga ou pianistas

Sem esquecer as mãos pintoras

 

Mãos finas e delicadas

Mãos do destino destinado

Sigamos mão na mão

No que nos foi traçado

 

Por mais que as mãos falem

Seja por qualquer razão

Por palavras ou por gestos

Traduzem tão simplesmente

A voz do nosso coração

 

Fredy







Les mains

 

Les mains ont des sentiments

Est-ce une vérité?

Nous caressent avec passion

Puis nous font les oublier

 

Les mains qui travaillent

Sont calleuses avec certitude

Eles le font par nécessité

Ignorant toute attitude

 

Il ya des mains guerrières

Pour construire et donner

Comme les mains de la justice

Qui nous aprend a aider

 

Dans les mains apaisantes

Il ya toujours la main de Dieu

Pour nous aider à choisir

Á avancer et a rêver

Avec la vie qu'il nous a donnée

Et n'arrêt pas de nous aimer

 

Il y a des mains masseuses

Et aussi mes mains écrivains

Mains de peur ou pianistes

Sans oublier la main qui peint

 

Mains fines et délicates

Mains que le destin a choisi

Allons main dans la main

Comme c'est indiqué dans la vie

 

Quando les mains parlent

Sans aucune raison

Par les mots ou par des gestes

Elles traduisent, autrement,

La voix de notre cœur

Simplement…  

.

 






sexta-feira, 25 de julho de 2014

POEMA MEU...


 


FLORES DE VERAO


 


 


Quando floresceu o verão


No mais belo dia das flores


Assim nasceu a minha paixão


Ficando florida de amores


 


Igual á carica de uma pétala


Que beijo com suavidade

Aprecio as flores ao dizer

Que são lindas de verdade...

 

Quando a lua resplandece

Acalma a sua vaidade e luz

Colorindo a sua beldade

Que o perfume seduz.

 

 

FREDY 2011

sábado, 12 de julho de 2014

POEMAS DA MINHA AUTORIA

GERAÇÃO


Pedi ao tempo para passar
Tinha pressa pois então
Para te poder abraçar
Bem juntinho ao coração

Há faíscas de luz no ar
Com mil ondas de emoção
Talvez um anjo a lançar
Música ao coração

Aguarelas de mil cores
Pinceladas de ternura
E tantos rabiscos de amor
Envolvidos de doçura!

E canto a minha canção
A que me sai do coração.

Fredy 2014 






Geração dois


Outra estrela cadente
Brilha novamente no céu
Iluminando toda a gente
E me dá o que é meu

O sonho que nós trazemos
Cheio de amor, paz e luz
Envolve laços de ternura
E com o seu encanto seduz

E não podemos esquecer
Se mais nada tem valor
Ver uma família a crescer
Em barrigas de amor!

E de geração em geração
Saltamos com emoção.

Fredy   2014


segunda-feira, 7 de julho de 2014

POEMA MEU...

MAE-VIDA



Adoro todo o tipo de flores
Seja em vasos ou nos campos
Cada uma na sua época
Cada uma com seus encantos

Trazem aromas variados
Trazem a paz ao pensamento
Como as lembranças tão belas
Que nos preenche o sentimento

Quando observamos a brisa
Que suavemente beija a flor
Sentimo-nos lentamente
Envolvidos no seu odor

Onde por vezes desejamos
Ser a mãe-vida que nós achamos
E nos abraça com o seu amor
Oferecendo-no-lo com calor

FREDY 2014






sexta-feira, 4 de julho de 2014

POEMA MEU

O jogo da vida
  

Como gotas de lembrança

Que se evaporam no mar

São os riachos de esperança

Que me impedem de recuar 

No jogo da vida eu vivi
E foi assim que eu aprendi

Nas brincadeiras da vida

Eu joguei e não pensei

Que no brilho das estrelas

Encontrasse um sinal teu

No jogo da vida eu brinquei

Mas sempre nele avancei

São as lembranças pavorosas

Que atormentam o meu sonhar

Como recordações dolorosas

Que me impedem de amar

Na juventude procurei
Laços de amor encontrei
E com eles eu brinquei
Mas depois descobri
Que o amor brotou de mim


FREDY 2014

quinta-feira, 26 de junho de 2014

poema meu

Nas asas do sonho

Nas asas de um sonho me deixei embalar
Para não esquecer o verbo amar

Pois sem ele nada vive
Sem ele nada floresce…
Nem a noite se vai
Nem o dia aparece…

E foi assim… que viajei até ti
Nessas estradas sem rumo
O amor brotou em mim…
Para aliviar o meu futuro
Ou deixa-lo só p’ro fim?

Nas asas do desejo tentei perceber
Que ao viver deixei viver

Naveguei na profundeza do ar
Igual a uma estrela cadente
E com a alegria no olhar
Fui beijar o sol poente…

Ao sonhar fiz-me amada
Mas nunca me esqueci
Cortei os caminhos vazios
E num sonho adormeci

FREDY 2014



quinta-feira, 19 de junho de 2014

POEMA MEU

Lisboa-na-mente

 Serei eu que espero em vão?
Pelas esperanças distantes?
Como tantos outros esperam
 Lisboa nos tempos marcantes

Nas paisagens de vento e areia
Deixei o pensamento divagar
Só para alimentar esta espera
De ver Lisboa no seu despertar

Vi Lisboa tao alegre
Das festas e romarias
Mas também sinto saudade
Das ruelas quase vazias

Vi Lisboa em felicidade
Vi Lisboa adormecer
Vi Lisboa ao sol poente
E senti-a enlouquecer

Na sua noite escura caminhei
Em estradas que o sonho espreita
E lentamente por mim dei
Nas loucuras que ele enfeita

Mas é assim…Que me vejo…
Baloiçando levemente…
Com as ondas do Tejo…

Em ondas perfumadas
Com gotas adocicadas
A esperança girou…
E o sonho acabou…

O rio avançou…
O vento soprou…
E lisboa acordou!


fredy